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Blog de fabio.poeta
 


 

 

Ela quis ser lembrada

dos risos contidos

Até o alvorecer.

retro-ceder a alva

Retratos.

 

Do mergulho escondido

sem roupa

no rio com águas de barro.

E pensar que temia pisar em caramujos.

 

O Sentir

tal qual...

formiga que

caminha entre os poros do corpo.

 

O arrepio indelével

no primeiro contato

suspiro

ventos

batendo na cara

quando nossa cabeça está fora

do vidro

do carro

à 180 km/hora.

Por quanto tempo você vai pressionar minhas mãos?

 

Seus olhos são a janela e arco,

Íris da minha casa com girassol

tábuas de prego

florestas nos buracos

cavalos saindo do celeiro

ruas verdes

milhas de milho

 

Ela disse

- O mundo mudou

Eu nunca mais vi vaga-lumes

na noite.

 

Eu quero fragmentos de afeto

do pó que somos feito

 

Todos voltam.

Os cachorros correm livres no escuro.

Meninos andam nos carrinhos de rolimã, quando a descida não é mais de terra.

 

Haverá paraísos artificiais

numa garrafa de vinho?

 

by Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 20h39
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 Foto by Fabio Teles

INVERNO

Indizível,

Não planeado.
Como uma bala partida
ao meio
diluída no susto.

Um ônibus veloz
dobra a esquina
A catraca
separa
Rostos severos
de risos.

Um rapaz com o capacete nas mãos.
Abre a janela para uma garota.
Cabelos brancos.
Mulher de luva
Segurando as barras de ferro,
Puxaremos o mesmo cordão.

Na noite chuvosa
Meu guarda-chuva está remendado
por linhas de costura
Seu amor é a primeira gota que cai pelos furos
na ponta da língua.

As cores não podem se esvair.
Como revistas de consultório
com orelhas.
Enquanto a música passa e a anestesia também.

A eletricidade acaba
Onde estarão as velas?
A caixa de fósforos?

Eu te ajudarei a abrir as latas de conserva.
Desculpe-me
Quebrei os copos.
O vinho ficou na mesa.

Inerte
Cá estou
Como uma estátua de sal
Até ouvir o primeiro
Eco
Do seu salto
Alto
fincando o chão
acordando os cachorros
acendendo as luzes das casas
nas ruas de gelo.

Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 16h11
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Foto by Fabio Teles

Odisséia

Sua sobrancelha é como a curva de uma letra egípcia

num palácio inexplorado.

A equação V = hn - f

É uma partícula de luz

dos seus olhos.

A barca dourada navega. 

Remos

flutuam

no mar.

A Medusa está de pé

Fez dos homens pedra

por um fio do seu cabelo

em chamas.

Bolas de neve

modelam

seu rosto.

By Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 20h12
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Imagens opostas

 

Nos pés do menino que corre da polícia

chinelos presos

com grampos de cabelo.

Ruas de pedras

 

Janelas e janelas

refletem

a torre acesa

 

sombras

das pessoas

que andam

na calçada.

 

Eu compro esse cartão postal,

Ela conversa com as plantas.

Eu estou aprendendo a tirar fotos

Ela faz aulas de canto.

 

Procuro cenas que não sejam com flores.

Ela prefere uma lâmpada reluzindo

algo celestial.

 

Eu vejo uma bicicleta com pneu furado

Ela vê uma fonte d´ água

com um casal escondido.

 

Eu vejo meu cachorro

rolando nas garrafas de cerveja

Um cego atravessando a faixa de pedestre.

 

Ela vê um espelho contador de histórias

Eu sou um jovem-velho subindo na árvore.

Ela, uma bela mulher

molhada da chuva.

 

Eu estou deitado no túnel,

Esperando um carro passar por cima de mim.

Ela espera coisas não premeditadas.

 

by Fabio Teles

 



Escrito por fabio.poeta às 02h16
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Gravuras

Foto de a tai.'s

 

Peço desculpas pela minha ausência, há muito tempo não escrevia, hoje fiz esse poema, baseando-se em várias passagens.

Sou um livro amarelo, na perdida biblioteca de Alexandria.

As vírgulas não puderam separar você de mim.

Maçã de ouro nos palácios de prata.

Colhendo amora nos campos, descalça.

Seu rosto fica rosa, quando eu digo algo proibido.

Sempre com uma flor dentro do ônibus.

Arrancaram os telefones das cabines,

Quando eu precisei falar com você.

Desenhando sua boca em sacos de pão.

Tentando acertar as nuvens com flecha.

Em queda

Você consertaria suas asas?

Seus olhos sempre foram sentimentais

Ao ver mendigos cobertos de jornais.

E os meninos que ficam no farol

Lavando os carros com água.

Brincando com bolhas de sabão.

Seu cachorro molhado

Marcando sua roupa nova.

O caminhão de gás passando.

A mesma música.

As buzinas do entregador de pizza.

Ela prefere algodão-doce

A algo sofisticado.

Nos parques, as roletas giram os dados.

Um homem cospe fogo, para ganhar moedas com a face da princesa.

 

 By Fabio Teles

 

 

 

 



Escrito por fabio.poeta às 13h40
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Rabiscos

Primeira semana de novembro,

 mais uma vez eu tento escrever.
Algo que esquecesse uma tarde.

Uma notícia para uma garota!
Onde a aula foi feita numa lousa sem giz
Em nossas carteiras rebeldes!
Estudantes de uma sala vazia,

novamente o velho ditado
Lápis de cor em nossas vidas,

educação artística de uma revolta sem mestres
O garoto que você esperou

 talvez nunca levou um anel que coubesse.
Dedos de meninas

merecem coisas melhores

do que latas cobertas de ouro.
A formatura vai começar,

acabaram–se os testes. 

O diploma esta feito com um pouco de história.
Conhecemos todos os estados.

Mas eu prefiro filosofia,

O portão se fechou

por causa de nossas faltas.


Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 12h22
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Você tem Experiência?

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: "Você tem experiência?" A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele, com certeza, será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo, por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuei andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os
meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas
num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?'. Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência, experiência... Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora, gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"



Escrito por fabio.poeta às 06h48
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Passagens

A cidade
O som
dos martelos & vozes
O serrote
da casa de madeira em construção

Rastros de avião no céu
A ambulância que passa
velozmente

BRUUUUMMMMMMMmmmmmmmmm,

Marcas de Pneu

Sirenes

a criança no cemitério

lendo frases nas lápides

das pessoas que partiram

jardins separados

por anjos

O limpador de vidros
escala
Os prédios
sorri no andaime
para a empregada que serve o café,
Ela arruma os grampeadores, clipes, canetas, lápis.
Os esquimós vivem ternamente
abraçados num iglu.
O entregador de flores

O carteiro com sua bolsa pesada

A caixa de correio

cartas de divórcio, pedidos de namoro.
Flocos de gelo no topo das árvores
as mãos do sol rebrilha

depois de chuvas incessantes
Ela enlaça o cabelo com fitas rosas
ele põe a cabeça na cintura dela
os dois se vêem pelo espelho da mobília
ela está aprendendo à andar de salto alto
cada passo é um alarde
ele pedala sua bicicleta 

com seu macacão de graxa

até o trabalho

todas as manhãs
eles fazem planos, ela tampa sua boca com durex,
incline seus lábios, seja benevolente
mas não fique de joelhos por mim.
Ela é bela
mesmo se cobrisse o corpo com farrapos
Filamentos de cores nos seus olhos.

 Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 12h23
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There is a Light that Never Goes Out

Foto by Fabio Teles

The Smiths

Há uma luz que nunca se apaga

Me leve para sair esta noite
onde há musicas e pessoas
que sejam jovens e vivas
dirigindo em seu carro
eu nunca nunca quero ir para casa
porque eu nao tenho mais uma casa
Me leve para sair esta noite
Porque quero ver pessoas e eu
quero ver luzes
dirigindo em seu carro
oh por favor nao me leve para casa
porque nao é minha casa, é a casa deles
e eu nao sou mais bem vindo por lá
e se um ônibus de dois andares
bater em nós
morrer ao seu lado
que maneira celestial de morrer
e se um caminhão de dez toneladas
matar-nos
morrer ao seu lado
o prazer e o privilégio são meus
me leve para sair esta noite
oh me leve para qualquer lugar, eu não ligo
e na passagem do túnel escuro
eu pensei oh Deus, minha chance finalmente chegou
(mas então um estranho medo me tomou e eu simplesmente
não conseguia pedir)

Me leve para sair esta noite
Leve-me para qualquer lugar, eu não ligo
apenas dirigindo em seu carro
eu jamais quero ir para casa
Porque não tenho uma
não tenho uma



Escrito por fabio.poeta às 23h34
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Pablo Neruda

Foto de Mute

MORRE LENTAMENTE

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não
ouve música, quem não encontra graça em si mesmo


Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem
não se deixa ajudar


Morre lentamente quem se transforma em escravo do
hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem
não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece


Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.


Morre lentamente quem evita paixão, quem prefere o negro
sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento
de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o
brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos
tropeços e sentimentos.


Morre lentamente quem não vira a mesa quando está
infeliz com seu trabalho ou seu companheiro, quem não
arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.


Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua
má sorte ou da chuva incessante


Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de
inicia-lo, não pergunta sobre o assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.


Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que
estar vivo exige um grande esforço muito maior que o
simples fato de respirar.


" Somente a perseverança fará com que conquistemos um
estágio esplêndido de felicidade".



 



Escrito por fabio.poeta às 17h28
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Arte nas ruas

Foto de Cuellar

 

Quantas chaves serão perdidas,

até serem encontradas no mesmo caminho?

& você sairá por aquela porta.

Lembrar-se-á do meu rosto

Quando viver 20 anos sem mim?

Vagueando

Em estradas de ferro,

De botas furadas

em cima de flores murchas.

A face de um bandido

colada no poste,

Em um deserto de cactos.

A pequena índia

pintada

dança envolta do fogo,

O seu amor espera na tenda.

Vejo as pedras,

que já estiveram enterradas no mar.

São colares de turistas.

Uma lata de spray de pouca tinta

Faz o universo nos muros.

A lua com olhos, nariz e boca

na janela de uma mulher

& um cometa passando,

Eu sobrevivo das artes

Aprendi com um nativo.

Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 16h05
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Charles Bukowski

...os dias dos
chefes, homens covardes
com mau hálito e pezões, homens
que parecem sapos, hienas, homens que andam
como se não houvesse o ritmo, homens
que pensam ser inteligente contratar e despedir e
lucrar, homens que possuem esposas gastadeiras
como possuem 60 acres a serem semeados
ou exibidos ou defendidos dos
incompetentes, homens que o matariam
porque são loucos e explicam que
é a lei, homens que ficam de frente para
janelas de 10 metros e não vêem nada,
homens com iates luxuosos que podem navegar
mundo afora e ainda assim não sair de seu
mundinho, homens que são como caracóis, como enguias, como
lesmas, e ainda piores...
e nada garante seu último salário
no porto, na fábrica, no hospital, na
indústria de aviões, na galeria barata, na
barbearia, no emprego que você não queria
mesmo.
imposto de renda, doença, servidão, braços
quebrados, cabeças quebradas -todo o estofo
à mostra como em um travesseiro velho.
----------------------------------
Quando minhas mãos pálidas
deixarem cair a última caneta
em um quarto barato
eles vão me achar lá
e nunca saberão.........................................
.........................................meu nome
minha intenção
nem o valor
da minha fuga.

by Bukowski

 



Escrito por fabio.poeta às 00h46
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Existência

Foto de Mute

Habitamos

Atrás da cabana.

O olhar

advém

do ESPAÇO

Que há

na janela

o UNIVERSO

feito em sete dias

A criança desenha o que somos

Antes de dormir.

A semente

É um filme em câmera lenta

Correr

atrás de tudo o que foi deixado

é parte do que estamos presos

à teia no tronco.

Eu tento capturar

minúsculas coisas

engrenagens

diminutas e invisíveis

Existir antes

do

TEMPO

O relógio de pedra

A Luz

iluminando o túmulo do Faraó

os primeiros exploradores

A verdade

Não é apenas

O início

O ser

o não-ser

do que somos

Mas

Além

do princípio.

O Instante

De um criador

sem ossos

a película

clara

gelatinosa

no ovo

quando quebramos a casca

à vida.

lembrar do primeiro

ato

após o nascimento.

Tombar paredes

Que o tempo fizera

Antes de nós.

 by Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 20h00
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Nenhum homem é uma ilha

 

A vida

é o papel

que se dissolve

nas águas.

um quarto de nós

é

o cordão

da vela

em chamas.

um barco

pegando fogo

homem ao mar

joguem a bóia

vamos descer a âncora

ou acharemos uma ilha?

Noite,

aranhas

tecem

fios & fios & fios

você passa correndo

& esbarra

nas teias.

uma borboleta rosa

fica presa em seu cabelo

- ei!

me espere, eu sempre quis dançar com você.

- eu não sei dançar garota!

acho que minha perna é de pau.

não precisa rir, então vamos nos tocar

24 horas.

enquanto todos dormem no convés.

eu te acordarei

escrevo para você

& para você

um carro estacionado

brilhante

afora

faróis

com luz alta

&

olhos nas janelas.

há uma árvore

atemporal

do lado da cerca

veremos todas as folhas caírem.

 

by Fabio Teles



Escrito por fabio.poeta às 18h57
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Knockin' on Heaven's Door

Acabei de assistir esse filme, muito bom! mesmo sendo antigo, a trilha sonora também não deixa a desejar.

Vale à pena encontrar essa raridade.

Sinopse:

Dois homens jovens, Martin(Til Schweiger) e Rudi(Jan Josef Liefers), sofrem de um tipo de doença terminal e se conhecem na enfermaria de um hospital. Em uma situação de total desconsolo descobrem uma garrafa de "tequila" e embriagados Martin propõe a Rudi, que nunca vira o mar, a fazer essa viagem(talvez a última) em busca do Oceano! Bêbados e de pijamas eles roubam um carro, o primeiro que vêem pela frente, uma Mercedes conversível dos anos 60! Esse carro pertence a um bando de gânguesteres que imediatamente partem em busca do carro roubado, já que ele guarda muito mais do que a simples pistola que Martin acidentalmente encontra no porta-luvas do carro!
Knockin On Heavens Door(Batendo nas Portas do Paraiso) é ganhador de 7 prêmios e 2 indicações em diversos Festivais.



Escrito por fabio.poeta às 18h25
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